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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Ipea analisa pobreza e miséria por regiões e estados
O estudo foi lançado nesta terça, no Rio de Janeiro, e traz ainda a evolução do índice de desigualdade de renda
A realidade recente vivenciada pelo País – de crescimento econômico aliado a avanço social – vem reduzindo as taxas nacionais de pobreza absoluta e miséria. A tendência, no entanto, se apresenta de forma distinta nas diferentes regiões e unidades da federação.
Como vem ocorrendo essa evolução nos estados e regiões do Brasil nos últimos 15 anos (período da estabilidade econômica) e a projeção das taxas de pobreza absoluta e de miséria até 2016 são os principais pontos do Comunicado do Ipea nº 58: Dimensão, Evolução e Projeção da Pobreza por Região e por Estado no Brasil, que traz também evolução do índice de desigualdade de renda (Gini) por unidade da federação.
O estudo foi lançado em coletiva de imprensa nesta terça-feira, dia 13, às 14h30, no escritório do Ipea no Rio de Janeiro (Av. Presidente Antônio Carlos, 51, 10º andar), com a presença do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Marcio Pochmann.
Os dados primários utilizados no estudo são da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE e são apresentados por região e por estados.
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sábado, 20 de março de 2010
Fortaleza entre as capitais mais desiguais
Vejam essa noticias publicada no sábado, 20 de março nos principais jornais do Ceará.
Os dados revelam o que está a vista de todos, a profunda desigualdade social de Fortaleza. Uma cidade que convive com predios de luxo, carros importados e pessoas nas favelas se drogando ou nos sinais de transito pedindo esmolas, limpando os vidros desses mesmos carros. As politicas públicas ainda sao insuficientes para resolver esse grave problema provocado por um tipo de desenvolvimento que concentrou a riqueza e distribuiu a miséria. Veja o trecho da matéria publicada no jornal Diario do Nordeste
Goiânia, Fortaleza, Belo Horizonte e Brasília são as cidades mais desiguais do Brasil, segundo relatório "Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: unindo o urbano dividido"da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado ontem, no Rio de Janeiro. Comparadas às outras localidades no mundo, só perdem para três municípios sulafricanos, que lideram a lista de desigualdade. São eles: Buffalo City, Johannesburgo e Ekurhuleni.
As cidades citadas apontaram um valor de Gini, baseado na renda, superior a 0,60. Esse índice varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade entre o que as pessoas ganham). O Brasil, no entanto, ainda é considerado pela ONU o pior da América Latina em termos de desigualdade.
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