Leia essa interessante noticia publicada no jornal Diario do Nordeste. Mostra que os programas de transferencia de renda nao constituemem onus para o governo. Ao contrário, boa parte retorna em forma de impostos, em virtude do aumento do consumo
De cada R$ 100 contabilizados como gasto social cerca de R$ 56 voltam de alguma maneira em benefício para a sociedade. O cálculo é feito pelo diretor de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), Jorge Abrahão.
Parte disso volta, por exemplo, em forma de impostos cobrados sobre os produtos que as famílias beneficiadas consomem. "Uma coisa é a renda do trabalho, que pode ser fluida. Outra coisa é esse tipo de transferência, que está garantida a cada mês e movimenta a economia", diz Abrahão.
Os benefícios que esses recursos trazem para a economia são mais impactantes no Nordeste, região onde as transferências de Previdência e Assistência Social representam 20% ou mais dos rendimentos das famílias.
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em 23 de julho 2010
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Senado aprova PEC da Juventude
Essa PEC constitui um avanço em politicas sociais no Brasil.
Os senadores aprovaram no último dia 7 , em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Juventude (PEC42/2008). A proposta altera o Capítulo VII do Título VIII da Constituição, que passará a se chamar "Da Família, da Criança, do Adolescente, do Jovem e do Idoso".
Além de alterar o texto constitucional, a PEC determina o estabelecimento do Estatuto da Juventude - destinado a regular os direitos dos jovens - e do Plano Nacional da Juventude, que apresenta metas para a execução de políticas públicas pelo governo para os próximos 10 anos. Ambos já tramitam na Câmara, mas não devem ser votados em menos de dois anos.
Os senadores aprovaram no último dia 7 , em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Juventude (PEC42/2008). A proposta altera o Capítulo VII do Título VIII da Constituição, que passará a se chamar "Da Família, da Criança, do Adolescente, do Jovem e do Idoso".
Além de alterar o texto constitucional, a PEC determina o estabelecimento do Estatuto da Juventude - destinado a regular os direitos dos jovens - e do Plano Nacional da Juventude, que apresenta metas para a execução de políticas públicas pelo governo para os próximos 10 anos. Ambos já tramitam na Câmara, mas não devem ser votados em menos de dois anos.
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terça-feira, 6 de julho de 2010
O que os candidatos tem a dizer sobre sustentabilidade?
Neste ano de eleições presidenciais vamos aguardar e cobrar compromissos dos candidatos em relação ao cuidado com o meio ambiente. Como conciliarão desenvolvimento e sustentabilidade. No governo Lula parece que avançamos na redução da miséria, portanto em politicas sociais, mas será apenas provisório caso nao o modelo de desenvolvimento do país continue destruindo o meio ambiente, provocando o distanciamento entre pobres e ricos. A sociedade precisa estar alerta, não podemos aceitar desenvolvimento a qualquer preço.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Ceará melhora indicadores sociais
Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) mostra que o Ceará superou em 2008 a média nordestina em 14 dos 22 indicadores sociais, com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
Nos últimos dez anos, o Ceará conseguiu se aproximar mais das médias de indicadores sociais do País. Em 2008, o Estado também superou a média da região em 14 dos 22 indicadores estudados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). O estudo foi realizado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e considera estatísticas ligadas à saúde, educação, trabalho e rendimento, além de desigualdade de renda e pobreza.
fonte: http://www.opovo.com.br/
Nos últimos dez anos, o Ceará conseguiu se aproximar mais das médias de indicadores sociais do País. Em 2008, o Estado também superou a média da região em 14 dos 22 indicadores estudados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). O estudo foi realizado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e considera estatísticas ligadas à saúde, educação, trabalho e rendimento, além de desigualdade de renda e pobreza.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Brasil dá exemplo de combate à fome
A experiência brasileira de combate a fome recebeu da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO na sigla em inglês) menção honrosa. O País também foi condecorado por suas políticas sociais pela Organização Não Governamental (ONG) Action Aid e lidera o ranking de países em desenvolvimento, elaborado pela entidade que avaliou, por exemplo, a garantia de alimentos para crianças e jovens, merenda escolar, nutrição na maternidade, subsídios para alimentação, e proteção a velhice. O Brasil ficou à frente de países como a África do Sul, Índia e Guatemala. A China, outro emergente, aparece somente na 12ª colocação.
No relatório da FAO, intitulado "Caminhos para o sucesso", a experiência brasileira do programa "Fome Zero" é relatada como um sucesso. "O governo brasileiro mobilizou as autoridades locais e as organizações da sociedade civil para apoiar a iniciativa, que incluiu a transferência de renda em dinheiro para aumentar o poder aquisitivo dos pobres, ao mesmo tempo em que se investiu na agricultura familiar", destaca o documento.
A entidade aponta que de 1991 para 2005 o País reduziu em 3,8 milhões o número de brasileiros que sofriam de desnutrição. Já a ONG Action Aid afirma que há vontade política para mudar a face de miséria do País. O Fome Zero, englobado pelo Bolsa Família, beneficia hoje 12 milhões de pessoas, com transferência de renda. O relatório cita ainda a criação de bancos de alimentos, cozinhas comunitárias, e o programa nacional de merenda escolar.
São citadas as garantias sociais previstas na legislação como a Lei Federal de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan 2006) que estabelece o direito à alimentação através do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Destaca, ainda, a criação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
O relatório, apesar de ressaltar os avanços, diz que ainda existem áreas em que o Brasil pode melhorar, como o combate à fome entre os trabalhadores sem terra e políticas mais focadas nos pequenos agricultores.
O último relatório do Ministério da Saúde, destaca a queda de quase 50% do percentual de crianças com desnutrição crônica no País. De 1996 a 2006 esse índice caiu de 13% para 7%. No País, a desnutrição aguda foi reduzida em 46%. No Nordeste 74%.
COMBATE À FOME
Países ricos ignoram Cúpula
A proposta de maior peso da Conferência Mundial sobre Alimentação, realizada esta semana em Roma - a garantia de investimentos da ordem de US$ 44 bilhões anuais para a produção de alimentos - foi solenemente ignorada pelos países desenvolvidos. Aliás, o encontro em si não contou com a presença de representantes dos países mais ricos (com exceção da Itália), demonstrando o grau de envolvimento quase nulo destes países quanto ao problema que causa o flagelo de mais de 1 bilhão de pessoas no mundo.
Apesar do comprometimento dos 193 países membros da FAO na declaração final de erradicar a fome, a falta de prazos para que essa meta seja cumprida deixou o assunto como estava, isto é, no limbo. A fome assola principalmente populações dos países subdesenvolvidos da Ásia e África subsaariana, e América Latina.
Segundo o último boletim da FAO são 15 milhões de famintos nos países desenvolvidos. O número parece defasado já que após a crise econômica financeira o número de indigentes, somente nos Estados Unidos, passou para 47 milhões de pessoas.
A data prevista para erradicar a fome no mundo era 2025, mas não foi ratificada na declaração. O próprio diretor-geral da FAO, o senegalês Jacques Diouf foi um dos que ficou decepcionado com o resultado final do encontro. " Quando fixamos um objetivo, é preciso quantificar os termos, os prazos, a quantidade e as condições", queixou-se.
Apesar de capenga, a declaração foi considerada um primeiro passo rumo ao fim da fome no mundo. A falta de compromisso dos países ricos indignou os militantes antiglobalização e os representantes de ONG reunidos em cúpula paralela diante da sede da FAO.
Gabaritado pelos números da experiência brasileira, que retirou 20 milhões de brasileiros da pobreza e reduziu em 62% a desnutrição infantil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o descaso dos países ricos com relação ao problema. "É preciso vontade e determinação política para combater a fome no mundo", clamou.
"A experiência brasileira e a de outros países demonstra que a luta contra este problema exige antes de mais nada vontade e determinação política", alfinetou, completando que, "muitos parecem ter perdido a capacidade de sentir indignação por esse sofrimento", afirmou definindo a fome como "a pior arma de destruição em massa do planeta". Dos 20 países do mundo onde o problema é mais crônico nove são africanos, 6 latino-americanos e seis asiáticos. Na média histórica, registrada desde 1969 o flagelo da fome nunca tinha ultrapassado os 880 milhões de pessoas.
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